11 Novembro 2009

I'm "wallive"!

Há bocado provoquei o meu gato e ele vingou-se, ferrando as suas garras ao lado dos meus ouvidos e mordendo-me o cabelo. A mordidela não me incomodou, mas as garras sim. Resultado: levei uma sova de uma criatura bem mais pequena que eu, durante 30 segundos. Mas sem arranhões. O gato sabe bem a quem pedir mimo, por isso longe dele arranhar o dono mais novo.

Toda esta história para quê?

Lembrei-me que ainda faço uma coisa que fazia em pequeno: aleijava-me em qualquer coisa sem vida e agredia essa mesma coisa, como se isso acalmasse as minhas dores.

Agora não pensem que os meus pais não me disseram, em pequeno, que era inútil bater em coisas inanimadas. Disseram.

Eu é que continuo a achar que as paredes têm vida. Pelo menos dizem que elas têm ouvidos.

10 Novembro 2009

Matem o António Melo de Sousa e Silva

Sabem aqueles dias em que se lembram de uma coisa extremamente interessante e que merece lugar de destaque no blog?

Hoje não é um dia desses.

É que estou feliz por não ter aulas amanhã (e quinta também não).





E isto só me leva a concluir que eu não estou parvo. O mundo é que está.

09 Novembro 2009

Mau!

Aqui há dias eu, Wilson Duarte, disse:
"Queres ver que a máquina ainda te come o cartão?"
O multibanco comeu o cartão de um colega meu.

À segunda jornada da liga Sagres eu, filho de um adepto fervoroso do Sporting (eu sou sportinguista, mas não ligo muito a futebol), disse:
"O Sporting ainda desce de divisão."
O Sporting está em 8º lugar.

Honestamente, não quero que eu meu futuro passe por aparecer aos 50 anos na FHM, ter umas unhas maiores que os dedos, ser RP do Manta Beach e comentar a vida dos outros. Quer dizer, isso até é boa vida, mas pronto. Eu também sei que a Maya não descobre o futuro, mas não consegui encontrar um vidente, tirando aqueles professores africanos e mesmo assim acho que sou mais parecido com a Maya.

A Isaurinha Jardim vai estudar o quê? Marketing! Cabra.

06 Novembro 2009

6as Questionáveis T2 #16

A minha mãe é o quê?

É difícil ser mãe. E não falo das dores no parto, porque essas até são evitáveis (epidural), falo da omnipresença.

Passo a explicar: a nossa capacidade de argumentação é limitada. É óbvio que há pessoas que têm um patuá tal, que provoca toda uma abertura de boca por parte de quem ouve. Há outras que, não tendo argumentação, recorrem às mães.

Atenção que não se trata de um complexo de Édipo. Trata-se de um complexo de Estupidez.

Metáforas e outras figuras de estilo à parte (pobre de mim que já não me lembro da maioria delas), o grande mal das pessoas é recorrerem às mães quando não têm nada mais a dizer. Sobretudo nas discussões.

Cena 1: Paulo Bento forever.
Umbelino: "O senhor da tranquilidade lá se foi. Finalmente teve vergonha!"
Humberto: "Não digas isso! A culpa não é dele. É dos jogadores, de alguns parvalhões que andam só a mamar e não fazem nenhum!"
U: "Cala-te! Ele é que não percebe nada de treinar!"
H: "Então quem percebe?"
U: "A tua mãe não, de certeza."
H: "Porque é que puseste a minha mãe à baila? A tua há-de ser muito melhor..."
U: "E é! Faz um caldo verde que é daqui."
H: "Tu estás bem? Porque raio desviaste a conversa?"
U: "Não vês que ainda aí um gajo a gravar a nossa conversa para publicar no blog? Diz que temos que falar das nossas mães."
H: "Hum... Estou a ver. Olha, a tua mãe é uma p*ta. É o que ela é!"
U: "Deixa estar. Ela disse-me que a tua tinha mais clientes."
H: "Era uma conversa destas que tu querias, Wilson?"
Wilson: "Sim, era... Mais ou menos. Mas pronto, obrigado."

Caso 2: De mulheres de vida está o Jet7 cheio.
Francisca Micaela: "Olhe Teresinha Isaura, não gosto de si, 'tá a ver?"
Teresinha Isaura: "Eu também não gosto de si. Parece que tem a mania que vive na Quinta da Marinha"
FM: "Você também não vive lá, 'tá a p'ceber?"
TI: "Pois não vivo, kida, mas vivo num condo bem bonito com p'scina e tudo, 'tá bom?"
FM: "Olhe, pois mesmo vivendo num condo com p'scina você tem uma mãe que é uma mulher de vida."
TI: "Deixe estar que a sua aparece nas revistas com um namorado cada dia. A minha ao menos faz as coisas pela calada, não p'cisa de aparecer, 'tá?"
FM: "A minha só aparece, porque recebe por isso. Eu acredito que a sua faça o serviço sem receber nenhum."
TI: "Como sabe?"
FM: "Ouvi o meu pai a comentar isso com o seu."

Caso 3: Português standard.
Zeferino: "É falta, seu c*brão! Filho da p*ta! Havia de te dar umas hemorróidas nesse c*! Vai p'ra casa!"
Deolinda: "O que é que você me chamou?"
Z: "Não foi a si, foi à mãe do árbitro."
D: "Ah seu sacana! Havias de ser meu filho! Queres que eu te dê com a mala? Ela está pesada. Tem aqui um Sonasol Amoniacal para eu lavar o chão quando chegar a casa!"
Z: "Ora dê!"
D: "Pois dou. Para ver se aprendes que o algodão não engana!"

'Bora lá treinar a argumentação e não ofender as nossas mães, que elas fazem tanto por nós. Isto não significa que passemos a dizer Filho de um prostituto.

04 Novembro 2009

Eu até postava, mas...

...Estou exausto.

Levantei-me às 6 da manhã, comecei a ser praxado às 6h50 e fui baptizado duas vezes às 17h15.

De manhã era besta, à tarde passei a ser caloiro.

Foi o meu primeiro e último dia de praxe e tenho pena que não haja mais.